Modo de preparação
  • Coloque o fermento de padeiro numa tigela pequena, acrescente a água morna e mexa, até ficar tudo bem dissolvido.
  • Deite a farinha numa tigela, adicione a mistura do fermento e amasse muito bem. Polvilhe com o sal e amasse novamente.
  • Forme uma bola, cubra com um pano e deixe-a levedar, em local quente, até duplicar de volume.
  • Coloque a massa de pão numa tigela, junte a banha e 200 g do açúcar, polvilhe com mais farinha e amasse bem.
  • Unte um tabuleiro com banha e estenda nele a massa, de modo a ficar com uma espessura de 2 cm. Sobre esta camada de massa, espalhe 100 g do restante açúcar, um pouco de canela em pó e metade das nozes.
  • Descasque as maçãs, corte-as em fatias, espalhe-as por cima das nozes e depois polvilhe com mais 100 g do açúcar, um pouco mais de canela e as restantes nozes.
  • Cubra com a restante massa estendida, unindo bem as extremidades, e polvilhe com o resto do açúcar. Com a ponta de uma faca, faça losangos na superfície da massa e leve ao forno, pré-aquecido a 180ºC, durante cerca de 40 a 50 minutos. Sirva polvilhada com mais açúcar e canela.
Notas
Coloque o fermento de padeiro numa tigela pequena, acrescente a água morna e mexa, até ficar tudo bem dissolvido.
Deite a farinha numa tigela, adicione a mistura do fermento e amasse muito bem. Polvilhe com o sal e amasse novamente.
Cubra com a restante massa estendida, unindo bem as extremidades, e polvilhe com o resto do açúcar. Com a ponta de uma faca, faça losangos na superfície da massa e leve ao forno, pré-aquecido a 180ºC, durante cerca de 40 a 50 minutos. Sirva polvilhada com mais açúcar e canela.
A boleima alentejana é um verdadeiro tesouro da doçaria regional portuguesa, enraizado nas tradições do Alentejo. Este doce, típico de várias localidades, destaca-se pela sua simplicidade rústica e pelo sabor autêntico que remete à cozinha caseira de tempos antigos. A boleima é frequentemente associada a celebrações e festas populares, sendo comum vê-la em mesas durante a Páscoa e outras festividades.
Caracteriza-se pela sua textura única, que combina camadas levemente crocantes com um recheio suculento de maçã, canela e, por vezes, outros frutos ou compotas. O aroma que se desprende de uma boleima recém-assada é capaz de invocar memórias de tardes passadas em volta do fogão a lenha, onde as histórias e as receitas se passam de geração em geração.
Mais do que um mero doce, a boleima é uma expressão de identidade cultural alentejana, representando a generosidade e a hospitalidade das suas gentes. Em cada fatia, sente-se o respeito pelos ingredientes da terra e pelos métodos tradicionais de confeção, que fazem desta iguaria uma verdadeira herança gastronómica. Apreciada tanto ao lanche como ao pequeno-almoço, acompanhada de um chá ou de um café, a boleima alentejana é uma experiência que transcende o sabor, tocando o coração de quem a prova.

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